Em alguns momentos da vida, o Bobo entra em conflito consigo mesmo, tudo por ser em algumas situações taxado, uma espécie de bullying social, onde o bicho homem já não sabe definir as linhas entre o bem e mau, e passar a portar-se apenas em torno de seu ego, promovendo a analise insana de corações abertos, mentes criativas, sorrisos cativantes e simpatia livre pelo ar.
O bicho homem, se transforma em bicho homem AUTISTA.... o mundo caminha para uma sociedade parasita, movida a capital e ego, nada mais importa... [amizade, amor, carinho, credibilidade, harmonia, felicidade alheia]... e é ai que o Bobo encontra seu conflito, pois tudo que o Bobo valorizar o mundo desvaloriza... tudo que nós procuramos o meio corrompe ou nos julga de má fé!
Mas ser Bobo, é arte, é vida! Já disse Sara Westephal Batista que "Embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu..." Logo só o bobo é capaz de viver a vida, sem se preocupar com limites entre bem e mau, pois ambos são necessários a condição humana, mas desnecessários a vivencia em harmonia! Para tal, basta viver e saborear a delicia da construção moral, ética e familiar, os nossos valores nascem em nossos corações e não por meio da calça de R$400, ou da blusa de R$270,0 menos ainda da sandália Carmen Steffens de R$999,00.
E não adiantar tentar ser Bobo... O Bobo, já nasce Bobo!
P.S.: A sitação no post é de um texto com autoria atribuída a Luís Fernando Veríssimo, mas ele postou em sua coluna, no jornal O Globo, no dia 31 de março de 2005 que a autoria é da Sarah Westphal Batista da Silva.
A vida como ela é...Amei o texto!
ResponderExcluir